Michael Moore enfrenta o problema que está no cerne de toda a sua obra: o impacto desastroso que o domínio das corporações têm na vida cotidiana dos norte-americanos e, portanto, também no resto do mundo.
Desde a classe média americana até aos salões do poder em Washington, passando pelo epicentro financeiro global de Manhattan, Michael Moore mais uma vez leva os espectadores ao longo de um caminho pouco conhecido. Com humor e indignação, “Capitalismo: uma história de amor” suscita uma questão crucial: quais as consequências para os Estados Unidos por seu apego ao sistema capitalista? O sonho americano se acha sob abalos: famílias que veem desaparecerem, seus empregos, suas casas e suas poupanças, sua aposentadoria.
Ao final Moore declara que o capitalismo é um mal e que deve ser substituído pela democracia – seguindo as regras do povo e não a do dinheiro.
(Mais informações em http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalism:_A_Love_Story)
O conselho só podia ser útil ao jovem rico, pessoalmente. E ele era fraco demais dentro de si para erguer-se interiormente no conforto de sua riqueza. Por isso, a riqueza era para ele um impedimento para a ascensão de seu espírito! O melhor conselho, que por isso podia lhe advir de Cristo, era naturalmente aquele que eliminava todos os estorvos. Naquele caso, pois, a riqueza, que induzia o jovem ao comodismo. Contudo, somente por isso! Não porque uma pessoa não deva ter riquezas!
A pessoa que não acumula inutilmente suas riquezas, para com elas granjear prazeres para si própria, mas as utiliza de modo acertado e as aplica no sentido certo, transformando-as em bênçãos de muitos, é muito mais valiosa e mais elevada do que aquela que dá de presente todas elas! É muito maior e beneficia a Criação! (Na Luz da Verdade, Cristo Falou…!)