Ex-assessora de Hilary Clinton abriu mão do cargo pelos filhos. A cientista política e ex‑Conselheira de Política Internacional da diplomacia americana, Anne-Marie Slaughter, abriu mão de um dos cargos mais importantes dos Estados Unidos para se dedicar à vida familiar – “eu queria estar em casa”.
As exigências econômicas tiraram a mulher da casa levando-a para o trabalho. Há evolução nisso? As novas gerações ficaram sem a base formada no lar. Do próprio lar poderiam ter surgido condições para o crescimento da mulher, sem acorrentá-la aos afazeres domésticos, mas também sem afastá-la de sua missão de ser a base para o preparo dos filhos como seres humanos de valor. Uma questão fundamental relegada a plano secundário na turbulência da economia em crise.