O que fazer pelo Brasil?

Em vez de tantos duelos por que não surge cooperação visando a saúde e evitando que a economia decline ao insustentável? O que se deve fazer? Por que os sábios não se ocupam disso transmitindo segurança e serenidade para a população em vez de ficarem esgrimindo nessa feia luta pelo poder?

Segue abaixo um texto que vi na internet, de autor desconhecido, mas que achei interessante:

“A quarentena é certa? É!

A quarentena é errada? É!

Bolsonaro está certo? Está!

Bolsonaro está errado? Está!

É fácil defender a quarentena em uma casa confortável, com TV, PC, armário cheio, sabendo que se não trabalhar vai haver salário.

É difícil defender quarentena quando o armário já está vazio e que, se não trabalhar, não terá salário.

Trabalha-se de manhã pra comer de noite e o filho tá pedindo iogurte.

Os médicos veem o lado da saúde: quarentena.

Os economistas veem como manter os insumos para os médicos: economia.

Os líderes veem a moral e o bem estar emocional: calma, é só uma gripe (para 80%, 90% que a pega).

Cabe a nós o bom senso, a honestidade e o apartidarismo. Opiniões rasas no conforto é fácil.

Entender que NENHUMA ação tomada vai ser simples, é difícil.

Temos que pensar que toda decisão tem pontos positivos e negativos.

Não seja simplista. Não adianta falar que tem que seguir a quarentena a todo custo, e não falar sobre os danos pós-quarentena onde vai morrer gente por falta de dinheiro pra saúde em geral, aumento da criminalidade, de fome, de depressão e suicídio.

Em poucos dias os serviços essenciais não terão condições de continuar a funcionar sem os não-essenciais.

A empresa que produz álcool em gel precisa da empresa de plástico que produz a garrafinha.

Sabe os deliveries? Já já vão precisar das embalagens de papelão.

Caminhoneiros com materiais de hospitais precisam de restaurantes, oficinas, borracharias. E todas essas empresas precisam de outras…

Tem que haver prevenção aos grupos de risco e tem que haver o andar da economia.

Uma coisa depende da outra. Ou chegamos ao consenso ou vamos igualmente sucumbir.”