{"id":4931,"date":"2017-07-27T00:00:00","date_gmt":"2017-07-27T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/homologacaoariete.com.br\/vida-aprendizado\/os-pais-invisiveis\/"},"modified":"2026-08-22T15:03:43","modified_gmt":"2026-08-22T18:03:43","slug":"os-pais-invisiveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/homologacaoariete.com.br\/vida-aprendizado\/os-pais-invisiveis\/","title":{"rendered":"Os pais invis\u00edveis"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\"><em>\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"\/img\/image\/pais-invis%C3%ADveis.jpg\" width=\"250\" height=\"146\" vspace=\"10\" hspace=\"10\" align=\"left\" alt=\"\">\u201cA causa profunda de muitos problemas da sociedade norte-americana: delinqu\u00eancia juvenil, abuso de drogas, rebeldia contra o casamento e a fam\u00edlia. O fracasso no processo de tornar humanos os seres humanos.\u201d\u00a0<\/em><\/p>\n<p>A grande li\u00e7\u00e3o na arte de preparar os filhos foi dada nos Dez Mandamentos de Deus. \u00a0 \u00a0<a href=\"http:\/\/www.graal.org.br\/download_pdf.php?id=60\">www.graal.org.br\/download_pdf.php?id=60<\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"white-space:pre\">\t<\/span><\/p>\n<div>Bruce M., um jovem agente publicit\u00e1rio, levanta-se \u00e0s seis da manh\u00e3, quando seus dois filhinhos ainda est\u00e3o na cama. Viaja cinquenta quil\u00f4metros at\u00e9 chegar ao escrit\u00f3rio, em Nova York, e regressa por volta das sete da noite. Quando tem em m\u00e3os uma grande campanha publicit\u00e1ria, costuma regressar s\u00f3 por volta das dez. Logo, nos dias de semana, o m\u00e1ximo que pode fazer, como pai, \u00e9 olhar enternecidamente, antes e depois do trabalho, para os filhos adormecidos. Fins de semana? Num ou noutro s\u00e1bado, Bruce se fecha em seu gabinete, com uma pasta abarrotada de trabalho \u2013 ou, para escapar \u00e0 mulher e aos filhos, foge para o escrit\u00f3rio. Tal como milh\u00f5es de outros maridos no mundo inteiro, viajantes regulares entre a casa e o trabalho, Bruce \u00e9 o que poderia se chamar de \u201cpai invis\u00edvel\u201d.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Bill W., pai de dois adolescentes, \u00e9 um \u201cpe\u00e3o\u201d, num jogo de xadrez coletivo. De tantos em tantos anos \u00e9 deslocado para uma nova casa em outra cidade, por uma empresa que considera isso \u201cbom para n\u00f3s e para a melhoria da carreira do empregado\u201d. A influ\u00eancia que isso tem sobre o desenvolvimento dos filhos desligados de Bill, a empresa n\u00e3o diz. \u00c9 claro que Bill n\u00e3o \u00e9 obrigado a se mudar, se n\u00e3o quiser. Mas ele aceita tudo, porque acredita ser essa a maneira de subir dentro da empresa.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Henry S., pai de dois adolescentes, \u00e9 diretor do conselho de educa\u00e7\u00e3o da sua cidade. Toma parte ativa em v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es de benefic\u00eancia locais, e \u00e9 um dos maiores levantadores de donativos nas campanhas anuais de angaria\u00e7\u00e3o. Henry \u00e9 tamb\u00e9m \u00e1rbitro de jogos de beisebol de pequenas associa\u00e7\u00f5es e ajuda na coleta de fundos para o combate \u00e0 distrofia muscular. H\u00e1 pouco tempo, a mulher de Henry lhe disse: \u201cj\u00e1 notou que h\u00e1 dez noites consecutivas voc\u00ea n\u00e3o parou em casa e eu n\u00e3o sa\u00ed \u00e0 rua?\u201d<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>A inclina\u00e7\u00e3o natural de Henry para fazer o bem \u00e9 explorada pelos diretores de sua firma, que dizem aos executivos ser determinado trabalho \u201cbom para a nossa imagem\u201d. Os sindicatos tamb\u00e9m fazem press\u00e3o para que seus membros se dediquem a eles, e o mesmo fazem muitos de nossos vizinhos. Resultado: milh\u00f5es de pessoas como Henry est\u00e3o envolvidas na vida e neg\u00f3cios de toda gente, exceto na de seus pr\u00f3prios filhos.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Joe H. tem cinco filhos; trabalha na pol\u00edcia durante o dia e \u00e0 noite \u00e9 motorista de t\u00e1xi para poder manter a fam\u00edlia. H\u00e1 v\u00e1rios como ele, sobretudo entre os que trabalham em ind\u00fastrias que pagam mal. O minist\u00e9rio do Trabalho dos Estados Unidos informa que trabalhadores americanos tem dois ou mais empregos e isso parece comum na maior parte de mundo. As crian\u00e7as? \u201cisso \u00e9 trabalho da patroa\u201d.<\/div>\n<div><span style=\"white-space:pre\">\t<\/span><\/div>\n<div>Vejam o caso de Homer J., pai de quatro filhos, cujas idades variam entre os nove meses e os nove anos, e que \u00e9 sempre preterido em quest\u00f5es de trabalho. Por ser negro e pela falta de jeito para vendas, \u00e9 o \u00faltimo a ser contratado quando h\u00e1 muito trabalho e o primeiro a ser despedido, quando h\u00e1 falta. Como as leis de bem-estar social do seu estado pro\u00edbem a ajuda \u00e0s fam\u00edlias com filhos dependentes, quando h\u00e1 um homem em casa, ainda que este esteja desempregado, Homer abandonou o lar, para que a mulher e os filhos pudessem comer. Com uma taxa de desemprego que se mant\u00e9m acima dos 5%, nos Estados Unidos h\u00e1 quase um milh\u00e3o de pais impossibilitados de trazer para casa o p\u00e3o de cada dia e, por isso, n\u00e3o est\u00e3o em condi\u00e7\u00f5es de serem pais. O pai \u00e9 o homem esquecido da sociedade norte-americana.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong>Uma possibilidade de ajuda<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div>Os soci\u00f3logos e psic\u00f3logos, que escrevem laudas e mais laudas de pesquisas sobre as m\u00e3es, ignoram praticamente o pai. Os cr\u00edticos antifam\u00edlia tamb\u00e9m o ignoram. Dizem que a pr\u00f3pria fam\u00edlia est\u00e1 fora de moda, e que os novos modelos (o casamento em grupo ou o casamento permissivo) d\u00e3o melhor resultado. Nenhum deles sugere o modelo atualmente fora de moda, e que serviu durante s\u00e9culos, daria melhor resultado se, ao menos o pai tivesse mais possibilidade de ajudar.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Agora, no entanto, come\u00e7am a aparecer algumas opini\u00f5es destinadas a mostrar a import\u00e2ncia do pai. \u201cA influ\u00eancia do pai come\u00e7a antes do nascimento da crian\u00e7a, ao manter a futura m\u00e3e em bom estado de esp\u00edrito\u201d, diz o psic\u00f3logo Henry B. Biller, e continua a ser decisiva, diz Biller, mesmo nesses primeiros anos em que, segundo se sup\u00f5e, a m\u00e3e \u00e9, para o filho, mais importante que o pai. \u201cCom efeitos, o pai \u00e9, provavelmente, mais importante que a m\u00e3e para o saud\u00e1vel desenvolvimento sexual tanto de rapazes como das mo\u00e7as\u201d.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>O pai tende a estabelecer a diferen\u00e7a entre filhos e filhas, e a recompensar o comportamento sexual adequado dos filhos muito mais que a m\u00e3e. Assim, a crian\u00e7a, privada do pai est\u00e1 mais sujeita a ter problemas em suas rela\u00e7\u00f5es com o sexo oposto, por n\u00e3o ter sido devidamente elucidada quanto ao papel do sexo. Alguns estudos sobre os antecedentes familiares de homossexuais, tanto masculinos como femininos, revelam a incid\u00eancia muito elevada da aus\u00eancia do pai.<\/div>\n<div><span style=\"white-space:pre\">\t<\/span><\/div>\n<div>A falta de um pai consciente pode prejudicar, tamb\u00e9m, os progressos da crian\u00e7a na escola. Biller e um colega observaram 44 rapazes do terceiro ano da escola prim\u00e1ria, cujo contato com os pais variava de duas horas ou mais por dia (presen\u00e7a do pai elevada), a menos de seis horas por semana (presen\u00e7a do pai baixa). Biller relatou: \u201cO grupo em que a presen\u00e7a do pai era elevada revelou um n\u00edvel de aproveitamento escolar muito alto\u201d. Por que? Principalmente porque, acredita Biller, uma rela\u00e7\u00e3o \u00edntima com o pai favorece a autoconfian\u00e7a que \u00e9 necess\u00e1ria para a realiza\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong>A aus\u00eancia cr\u00edtica<\/strong><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\u00c0 fam\u00edlia compete socializar a crian\u00e7a, ensinando-lhe os valores da sociedade e os princ\u00edpios fundamentais. Os pesquisadores da Universidade de Cornell descobriram, estudando rapazes de classe m\u00e9dia, que a frequente aus\u00eancia de um, ou de ambos os pais, leva os adolescentes a recorrer uns aos outros na busca de valores. Esses filhos t\u00eam mais tend\u00eancia \u201ca ser pessimistas quanto ao futuro, d\u00e3o baixo rendimento no que respeita \u00e0 responsabilidade e lideran\u00e7a e tem maior tend\u00eancia para se envolver em comportamentos antissociais\u201d.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Num estudo complementar, Urie Bronfenbrenner, psic\u00f3logo da Universidade de Cornell, acrescentou: \u201cTalvez, por ser mais pronunciada, a aus\u00eancia relativa do pai era mais cr\u00edtica do que a da m\u00e3e\u201d.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Diante de tantas provas, os cientistas que se dedicam ao estudo do comportamento come\u00e7am a nos dizer que o pai negligenciado \u2013 e negligente \u2013 \u00e9 causa profunda de muitos problemas da sociedade norte-americana: delinqu\u00eancia juvenil, abuso de drogas, rebeldia contra o casamento e a fam\u00edlia \u2013 e tamb\u00e9m daquilo que a \u00faltima confer\u00eancia sobre as crian\u00e7as, na Casa Branca, chamou de fracasso no processo de tornar humanos os seres humanos.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Para por fim a este fracasso \u00e9 necess\u00e1rio refor\u00e7ar as fun\u00e7\u00f5es tradicionais da fam\u00edlia, isto, por sua vez, exige, segundo as palavras do professor Lawrence E. Fuchs, da Universidade de Brandeis, recupera\u00e7\u00e3o dos pais.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>A autoridade do pai norte-americano dentro da fam\u00edlia tem sido reduzida devido \u00e0s press\u00f5es que recebe de fora. A press\u00e3o que se exerce sobre o homem come\u00e7a na inf\u00e2ncia, quando se espera mais dele do que da irm\u00e3; continua no col\u00e9gio e na universidade, e atinge propor\u00e7\u00f5es assustadoras no adulto e no homem de meia idade. No fim do s\u00e9culo passado, o homem m\u00e9dio morria dois anos e dez meses mais cedo que a mulher. O homem m\u00e9dio de hoje morre seis anos mais cedo que a mulher.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong>Novas atribui\u00e7\u00f5es da m\u00e3e<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div>Enquanto o pai se mata para vencer a vida, a autoridade dentro da fam\u00edlia fica a cargo da m\u00e3e. \u00c9 ela que tem que civilizar os pequenos \u201cselvagens\u201d; \u00e9 ela quem os faz dormir na hora certa; quem os acorda a tempo de apanhar o \u00f4nibus para a escola; quem os obriga a arrumar as coisas; quem faz com que ajudem a por a mesa e vivam em relativa paz. E \u00e9 a m\u00e3e quem conferencia com o professor, assiste \u00e0s reuni\u00f5es e marca consultas no m\u00e9dico.<\/div>\n<div><span style=\"white-space:pre\">\t<\/span><\/div>\n<div>O pai, que renuncia \u00e0 sua autoridade, n\u00e3o priva os filhos apenas da m\u00e3o forte necess\u00e1ria na sua educa\u00e7\u00e3o. Suas outras preocupa\u00e7\u00f5es podem ser interpretadas pelos filhos como indiferen\u00e7a e despertam, assim, a amargura que conduz \u00e0 aliena\u00e7\u00e3o e \u00e0 rebeldia. Aquilo de que a fam\u00edlia norte-americana mais precisa, diz Fuchs, \u00e9 de um pai forte \u2013 n\u00e3o um tirano autorit\u00e1rio, mas um pai simp\u00e1tico, que saiba ouvir os filhos e impor sua autoridade. E um pai que esteja disposto a desempenhar, pessoalmente, a miss\u00e3o paterna.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Como faremos para trazer o pai de volta \u00e0 vida dos seus filhos? Bem, para come\u00e7ar, o pai podia tentar ajudar a si pr\u00f3prio. Por exemplo, um jovem procurador que conhe\u00e7o, Frank C., que muitas vezes se v\u00ea obrigado a permanecer no escrit\u00f3rio \u00e0 noite e nos fins de semana devido ao trabalho, consegue, apesar disso, ser um pai vis\u00edvel. Leva periodicamente a mulher e o filho de tr\u00eas anos para almo\u00e7ar na cidade e nos fins de semana, em que tem trabalho, leva-os ao seu gabinete, no edif\u00edcio do tribunal, onde o garoto corre \u00e0 vontade pelos corredores, em seu veloc\u00edpede. Ou durante um intervalo, o pai leva o filho a uma das salas do tribunal, senta-o no banco do juiz, e observa-o feliz, enquanto ele bate fortemente com um martelo de brinquedo. As pesquisas revelam n\u00e3o ser apenas importante a quantidade de tempo que um pai permanece em casa; \u00e9 tamb\u00e9m a qualidade do contato com a crian\u00e7a.<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong><br \/>\n<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong>Feministas a favor da paternidade<\/strong><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Uma for\u00e7a significativa e inesperada, que vem atuando no sentido de reconduzir os pais \u00e0 vida dos filhos, \u00e9 o movimento feminista. Embora o objetivo principal de suas integrantes seja, naturalmente, o de libertar a m\u00e3e negligenciada, elas nos for\u00e7am tamb\u00e9m a fazer algo pelo pai negligenciado.\u00a0<\/div>\n<div>Por exemplo: as institui\u00e7\u00f5es de aux\u00edlio \u00e0 maternidade j\u00e1 existem, e um n\u00famero crescente de empresas vem adotando, gra\u00e7as a uma decis\u00e3o da comiss\u00e3o pela oportunidade de igualdade de empregos, de que a gravidez e o parto s\u00e3o \u201cincapacidades\u201d para o trabalho, e devem ser pagas pelo seguro. Agora, as feministas (e os soci\u00f3logos) perguntam: e o aux\u00edlio \u00e0 paternidade?<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Membros da federa\u00e7\u00e3o americana de professores de Nova Jersey propuseram algumas cl\u00e1usulas para o contrato de licen\u00e7a dos pais que permitir\u00e3o aos maridos uma semana de licen\u00e7a paga quando a mulher tiver a crian\u00e7a. E a Uni\u00e3o Internacional dos Trabalhadores de Eletricidade, R\u00e1dio e M\u00e1quinas tem um contrato com a Textron S.A., em Rochester, Nova York, que permite a um dos pais (ou a ambos) a licen\u00e7a n\u00e3o remunerada, que pode ir at\u00e9 18 meses, a fim de cuidar do filho rec\u00e9m-nascido.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Talvez se as feministas conseguissem penetrar nesse reduto masculino, a dire\u00e7\u00e3o de uma empresa, pudessem conquistar maior n\u00famero de pais para a quest\u00e3o da paternidade. Inevitavelmente, as mulheres diretoras come\u00e7ariam logo a fazer perguntas, tais como: \u00e9 realmente necess\u00e1rio participar de conven\u00e7\u00f5es?<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>A confer\u00eancia sobre as crian\u00e7as, realizada na Casa Branca, concluiu que o tipo de vida da fam\u00edlia norte-americana \u00e9 produto dos neg\u00f3cios e da ind\u00fastria, mais do que quaisquer outras institui\u00e7\u00f5es da sociedade. Por isso, s\u00e3o eles os respons\u00e1veis pelo destino da fam\u00edlia e da crian\u00e7a norte-americanas.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>O indiv\u00edduo tem seus pr\u00f3prios caminhos a tra\u00e7ar, condicionado por uma vida de limita\u00e7\u00f5es. Contudo, h\u00e1 coisas que o patr\u00e3o pode fazer para ajudar um homem a ser pai.<\/div>\n<div><span style=\"white-space:pre\">\t<\/span><\/div>\n<div>Urie Bronfenbrenner sugere, por exemplo, que as empresas poderiam melhorar suas possibilidades de atrair executivos talentosos, oferecendo um novo tipo de recompensa: mais tempo livre para quest\u00f5es de fam\u00edlia, criado atrav\u00e9s de redu\u00e7\u00e3o de obriga\u00e7\u00f5es profissionais que exigem a aus\u00eancia de casa nos fins de semana e \u00e0 noite. Sugere tamb\u00e9m, que os patr\u00f5es deviam criar mais cargos de meio expediente, e conceder mais categoria a essas fun\u00e7\u00f5es, a fim de permitir aos pais passar mais tempo com os filhos.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\u00c9 necess\u00e1rio recuperar os pais e a paternidade para a fam\u00edlia. Disso dependem uma vida familiar mais s\u00e3 e a sa\u00fade de toda a sociedade.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigo publicado na Revista Sele\u00e7\u00f5es (Reader&#8217;s Digest) dos anos 1970, analisando a quest\u00e3o do preparo dos filhos pelos pais norte-americanos.   <\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-4931","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-relacionamentopaisefilhos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.6 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Os pais invis\u00edveis - Vida e Aprendizado<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/homologacaoariete.com.br\/vida-aprendizado\/os-pais-invisiveis\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Os pais invis\u00edveis - Vida e Aprendizado\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Artigo publicado na Revista Sele\u00e7\u00f5es (Reader&#039;s Digest) dos anos 1970, analisando a quest\u00e3o do preparo dos filhos pelos pais norte-americanos.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/homologacaoariete.com.br\/vida-aprendizado\/os-pais-invisiveis\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Vida e Aprendizado\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-07-27T03:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-08-22T18:03:43+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Benedcto I. 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